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sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Artes em Guerra


Estamos em guerra
A tortura é a ausência
e a sentença de morte é a saudade
Tu me atacas com música
Eu contra-ataco com poesia
Clave de sol, clave de fá
Lirismo, trovas e versinhos
melodiando duas vidas silentes
poetizando dias gris
E nesse combate replicante
Tu me cercas com acordes lindos
e eu me rendo com palavras de mel
Nos abraçamos nesse bombardeio de bem-querer
Nos colocamos na mira, de peito aberto
E soltos, pelo mundo dissonante,
Tua musicalidade me guarda
e minha poesia te quer.

3 comentários:

Elisa disse...

CARACOLES!!!!
Bolei!
Muuuuuuuito bom, principalmente o final!
Perfect!!

Leca Nunes disse...

CADA VEZ QUE ESCREVES ALGO NOVO, REVELA MAIS UM POUCO DE TI MESMA.
APROXIMA A DISTÂNCIA, DISTANCIA A SAUDADE, LEVA A DOR, QUEBRA O SILÊNCIO, RECEBE O SOM E FAZ-SE DE NOVO A SINFONIA DA VIDA...LEVANTA SACODE A POEIRA E DÁR A VOLTA POR CIMA!!! BEIJOS

Ludmila Clio disse...

Ao ler teu comentário, fica nítido e claro...é... não há dúvida... está mesmo na veia, é hereditário, mãe.. belas palavras, obrigada!