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quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Sal...dade...

"... porque sal que corta é saldade..."
(Ludmila Clio)



Eu queria a infinitude do céu para extravasar todo o meu cansaço,
mas bem que o teu abraço me faria mais feliz.
Eu queria estar numa paisagem de silêncio para,
em tom de sacramento, sussurrar a minha dor,
mas estar contra o teu peito, ouvindo teu coração, já me faria feliz.
Hoje eu queria estar entregue ao mar para que ele levasse toda a melancolia daqui,
e teu simples olhar faria de mim uma borboleta.
Eu queria paz, abrigo e toda a cumplicidade de que preciso.

O cais está vazio
No porto não há vozes
Mas, meu amor,
Quanta vida há nesse lugar!
A esperança é o que me move.

7 comentários:

Terezinha Maria disse...

Amei! To ficando cada vez mais sua fa. O que vc escreveu era exatamente o que eu sentia quando estava longe da minha patria. Beijos.

Ludmila Clio disse...

Que honra! Muito obrigada!

No "cuore" de cada um... sal que corta é saldade!!

Obrigadíssima, estou muito feliz por vc estar bebendo aqui agora!

:)

Manu Moreira disse...

vc escreve desse jeito e fala que eu tenho o dom??
parabéns amiga,
da alma,e com poesia...

VaneideDelmiro disse...

... e teu simples olhar faria de mim borboleta... Linda postagem, Ludmila.
Que o seu copo sempre transborde e nos farte da melhor palavra.
Obrigada pela presença!
Abraço!

Leca Nunes disse...

...o cais está vazio...mas vc não, cada palavra prova isto e transborda pelos poros a dor suave de vida, que dá esperançaa cada amanhecer.
Beijo Beijo

Lucilla Aryel disse...

Simplesmente liiiiiiiiiiindo! E depois ainda diz que não é tão "fera" assim. Queria eu ter esse dom de Deus. Parabéns!!!!

Anônimo disse...

"porque sal que corta é saldade"... vc é surpreendente!!