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domingo, 1 de julho de 2012

Nunca e Sempre



Essa sensação é estranha e nunca foi trazida à luz
Não tem sentido, não requer explicação alguma
Mistérios da alma são postos para serem vividos e fim
Nunca te vi, nunca te soube
Na arte de escrever e de derramar os sentimentos em palavras
Nossas almas se tocaram, sem precisar de serem apresentadas
Nesse espaço intangível elas passearam, se mostraram
Brincaram de trocar sentimentos, vontades, anseios, medos
Mostraram suas cicatrizes e os piores pesadelos
Nunca te vi, mas agora já te sei
Já reconheço a tua voz, já sei o que motiva a tua canção
Conheço o caminho que lhe conforta,
Entendo os enigmas que escondes nos olhos,
Estes, que ainda não vi, mas que conheço bem…
Em teus braços trazes a paz de não ter que me explicar,
De ser lida com a facilidade de quem cria uma poesia
De não precisar compreender, apenas aceitar
Que apesar de nunca tê-lo visto,
Sempre estive à sua espera.

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