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quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Abraça-me



Puxo o ar, mas ele não vem
Esse dia está cheio de vazios
O silêncio grita que me falta algo
Os sonhos estão congelados,
À espera do sol da esperança
Que lhe devolva movimento e vida
Minha força me agride,
Hoje preciso render-me
Mas a dúvida se agiganta, a fé se esfarela
Essa tristeza misturada ao meu sangue
Correndo lentamente por minhas veias
Acelerando minha dor e a lentidão desse dia,
Desse dia cheio de vazios…
Se nesse dia ganhasse um abraço,
Decerto me desfaleceria.

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